E ai pessoal tudo bom com vocês?
Temos novidades o blog vai fazer parte de um projeto: O Projeto Livres Pensadores, do meu amigo Mário César!
Saiba mais aqui sobre o projeto.
Entre algumas mudanças vamos emigrar para o wordpress...... Mais novidades eu posto!
Agradecimento ao meu amigo Mário César do blog Livres Pensadores, que me cedeu essa matéria. Mário quando quiser um matéria me avisa... =)
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Cosmos, de Carl Sagan
Cosmos -- foi uma série de TV realizada por Carl Sagan e sua esposa Ann Druyan produzida pela KCTE e Carl Sagan Productions, em associação com a BBC e a Polytel International, veiculada na PBS em 1980. A série Cosmos é um dos mais formidáveis exemplos da amplitude e eficácia que a divulgação científica pode atingir por meios audiovisuais, quando servida por uma personalidade carismática como Carl Sagan e por meios técnicos adequados.
Filmado ao longo de três anos, em quarenta locais de doze países, o programa Cosmos abriu a janela do Universo a mais de 500 milhões de pessoas. O segredo desta série de treze horas foi o talento de comunicador de Sagan, capaz de desmitificar o que até então fora informação científica inacessível. A versão escrita deste programa continua a ser o livro de divulgação científica mais vendido da história.
1º Capítulo: Os Limites do Oceano Cósmico
Partindo dos limites do grande oceano espacial, Carl Sagan embarca numa imensa viagem cósmica que começa a 8 bilhões de anos-luz da Terra. A bordo da nave espacial da sua imaginação, ele transporta-nos às maravilhas do Cosmos: quasares, galáxias em espiral, nebulosas, supernovas e pulsares. Deslizamos então para lá de Plutão, dos anéis de Urano, do majestoso sistema de saturno, e da luminosidade do lado noturno de Júpiter. Penetrando nas nuvens da Terra, encontramo-nos no Egito, onde Erastóstenes pela primeira vez mediu a Terra. O Dr. Sagan mostra-nos como isso foi feito. A Biblioteca de Alexandria, berço da aprendizagem da Antiguidade, ressuscita em toda a sua glória -- para ilustrar a fragilidade do conhecimento. É então que, para nos fazer compreender a enormidade do tempo que passou desde o Big bang até hoje, Sagan nos apresenta o “Calendário Cósmico”.
2º Capítulo: As Origens da Vida (Uma Voz no Mundo Cósmico)
Como começou a vida na Terra? Há outros seres vivos em outros mundos? Carl Sagan explora a origem, evolução e diversidade da vida na terra. Com uma espantosa animação computadorizada, entramos no coração de uma célula viva para lhe examinarmos a molécula da vida: o DNA. Para compreender como a evolução ocorre, o Dr. Sagan acompanha a história do caranguejo japonês Heike, cuja forma tem gradualmente mudado conforme se foi selecionando quais os caranguejos que deveriam viver e quais os que deveriam morrer. Vamos assistir a experiências laboratoriais que nos darão idéia dos primeiros passos que conduziram à origem da vida. Seqüências animadas espetaculares acompanham a evolução humana a partir de organismos unicelulares que existiam nos oceanos. E, finalmente, conheceremos as diferentes formas de vida que poderiam habitar uma atmosfera como a do planeta Júpiter, os “caçadores”, “flutuadores” e “mergulhadores”. Acompanhe o Dr. Carl Sagan nesta incrível jornada rumo aos segredos do universo desconhecido.
3º Capítulo: A Harmonia dos Mundos
Em todo o mundo, os nossos antepassados de todas as culturas tiveram conhecimentos próprios de astronomia. As suas vidas disso muito dependiam. Mas a caminhada humana desde os mais remotos astrônomos aos modernos exploradores do Cosmos derivou numa pseudociência chamada astrologia. O último astrólogo científico foi também o primeiro astrônomo moderno: Johannes Kepler. Kepler lutou pela busca de uma harmonia nos céus e deu um passo fundamental para nos conduzir à era científica. O segredo que conduziu Kepler foi um respeito descomprometido pela observação dos céus, mesmo quando, agonizante, o confrontaram com as mais enraizadas crenças que acarinhava. Os profundos conhecimentos de Kepler ensinaram-nos como a Lua e os planetas se movem nas respectivas órbitas e, mais recentemente, como viajar para eles.
4º Capítulo: Céu e Inferno
Em 1908, na Sibéria, uma explosão misteriosa abalou a paisagem, projetando árvores a milhares de quilômetros de distância e produzindo um som que se ouviu em todo o mundo. Teria uma nave espacial extraterrestre sofrido um acidente nuclear? Carl Sagan examina os testemunhos e conclui que a Terra foi atingida por um pequeno cometa. Um modelo do sistema solar demonstra a possibilidade de outros planetas terem sofrido impactos semelhantes. Tal como Immanuel Velikovsky proclamava, teria o planeta Vênus sido já um cometa gigante? O Dr. Sagan conclui que não, que as provas não confirmam a afirmação. Embarcamos numa viagem descendente através da atmosfera infernal de Vênus, para explorar a superfície de braseira, atingida esta pelo chamado efeito de estufa. O destino de Vênus pode ser uma história de alerta para o nosso mundo. O Dr. Sagan lança um aviso sensato para que sejam tomadas medidas de proteção do frágil planeta azul, a Terra.
5º Capítulo: Os Segredos de Marte (O Blues do Planeta Vermelho)
O planeta Marte vem fascinando os humanos há séculos, tanto na ficção científica quanto na ciência real. Carl Sagan nos conduz ao Observatório Percival Lowell, construído no Arizona, para estudar os “canais” de Marte, que Lowell acredita terem sido construídos por uma civilização extinta. Há alguns anos, duas espaçonaves Vikings pousaram em Marte. O Dr. Sagan nos mostra o pouso das naves e demonstra o maravilhoso equipamento que enviou milhares de fotos e informações para a Terra. Explorando a superfície do planeta vermelho, Viking não achou nenhuma indicação, nenhum artefato, ou qualquer tipo de vida inteligente. Mas a possibilidade de vida microscópica, passada ou presente, ainda permanece em discussão. Segundo os estudos realizados, se já houve vida em Marte, ela desapareceu… ou pode estar em qualquer outro lugar do universo … até mesmo na Terra!
6º Capítulo: Histórias de Viajantes
Há trezentos anos a Holanda começou a enviar seus navios mundo afora recolhendo dados sobre nosso planeta; hoje espaçonaves já navegam para todos os planetas conhecidos de nossos ancestrais. Carl Sagan leva-nos ao Laboratório de Propulsão a Jato para compararmos a empolgante viagem exploratória a bordo de um navio com a emocionante experiência dos cientistas que presenciaram as primeiras imagens das luas de Júpiter, tomadas pela espaçonave Voyager. Comandada pela Dr. Sagan, a espaçonave da imaginação segue a trilha da Voyager levando-nos aos anéis de Saturno e a seu satélite Titã, cuja atmosfera é rica em material orgânico. E após explorar Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, a nave Voyager continuará cruzando para sempre o grande oceano interestelar.
7º Capítulo: A Espinha Dorsal da Noite
O que são as estrelas? Tempos houve em que os humanos curiosos imaginaram que as estrelas eram fogueiras no céu, mantidas acesas por magia, ou pensaram que a Via Láctea era a “Coluna Vertebral da Noite”. Há 2300 anos, na ilha grega de Samos, um homem de nome Aristarcos sugeriu que era o Sol e não a Terra que estava no centro do sistema solar. Ele foi o culminar duma tradição com 200 anos, agora amplamente esquecida, segundo a qual leis naturais e não deuses caprichosos regiam o universo. Na caverna de Pitágoras, em Samos, Carl Sagan descobre também um lado diverso do pensamento grego, o mundo místico guardado por uma irmandade erudita que trabalhava para ocultar do povo o conhecimento que possuía. O tema deste episódio é o nascimento do pensamento científico na nossa civilização e em nós mesmos. O Dr. Sagan viaja de volta ao bairro de Brooklyn onde ele próprio se começou a envolver no estudo do universo.
8º Capítulo: Viagens no Espaço e no Tempo
Há mais estrelas no Cosmos que grãos de areia em todas as praias da Terra. Se conseguíssemos observar os céus durante milhões de anos, as constelações mudariam de forma conforme as estrelas que as compõem se movem e evoluem. Com Carl Sagan, circundamos a Ursa Maior para a vermos sob uma nova perspectiva. Numa máquina do tempo, exploramos o que sucederia se pudesse alterar o passado. Viajamos até aos planetas de outras estrelas. Refazemos o sonho de adolescente de Albert Einstein de viajar num feixe de luz; a sua teoria da relatividade prevê que cerca da velocidade da luz produziria estranhos efeitos, mas daria aos exploradores espaciais a possibilidade de, numa só vida, irem até ao centro da galáxia. Voltariam, contudo, a uma Terra muito mais velha do que aquela de onde haviam partido.
9º Capítulo: A Vida das Estrelas
A maioria dos átomos dos nossos corpos foram feitos no interior das estrelas. “Somos matéria estelar”. Com animação computadorizada e espantosa arte astronômica, nôs é mostrado como as estrelas nascem, vivem e morrem. Carl Sagan persegue a origem e a natureza dos buracos negros, objetos com uma gravidade de tal ordem que a luz não consegue sair deles. O “último dia perfeito” da terra é representado daqui a 5 bilhões de anos, após o que o Sol, entrando na fase vermelha gigante, reduzirá a Terra a cinzas carbonizadas. Testemunhamos a explosão de estrelas distantes que produzem raios cósmicos que provocam mutações nos seres da Terra. No sentido mais profundo, a origem, evolução e destino da vida do nosso planeta estão relacionados com a evolução do Cosmos.
10º Capítulo: O Limiar da Eternidade
Qual é a origem do universo? Qual é o seu destino? Continuará a expandir-se para sempre ou sofrerá um dia um colapso? Carl Sagan explora o tempo em que as estrelas e galáxias se começaram a formar, e mostra como neste século os seres humanos descobriram a expansão do Universo. Vamos até à Índia onde uma velha cerimônia comemora os ciclos da Natureza. Tal como os modernos astrofísicos, a mitologia Hindu fala de um universo velho de bilhões de anos e da possibilidade de ciclos eternos de morte e renascimento. São explorados mundos de duas e quatro dimensões antes do Dr. Sagan desaparecer num buraco negro. Ele conduz-nos então às planícies do Novo México onde 27 rádio-telescópios gigantes sondam as mais longínquas fronteiras do espaço onde os astrônomos conjecturam qual o destino que aguarda o Cosmos: expansão eterna sem limites ou oscilação sem fim.
11º Capítulo: A Persistência da Memória
O cérebro humano é ponto de embarque de todas as nossas viagens cósmicas. É um repositório de informação, como são os genes que evoluíram muito mais cedo e os livros que despontaram muito mais tarde. Carl Sagan leva-nos a bordo de um navio de pesquisa oceânica para examinarmos uma das outras espécies inteligentes que conosco partilham o planeta… as grandes baleias. Ele nos mostra depois a uma caminhada pelo cérebro humano para que testemunhemos a arquitetura do pensamento. O Dr. Sagan penetra na “Biblioteca cerebral”, onde estão armazenados trilhões de bits de informação. Um pouco da informação existente nos nossos genes, nos nossos cérebros e nas nossas bibliotecas, foi lançado a bordo da nave espacial interestelar Voyager… Uma mensagem dentro de uma garrafa, dirigida a seres de outras épocas e de outros mundos.
12º Capítulo: Enciclopédia Galáctica
Carl Sagan examina os relatos persistentes de visitantes extraterrestres à Terra e argumenta que não se encontram, entre todas as histórias de UFOs, Não há alguma prova física convincente. Numa recriação da decifração da pedra da Rosetta, ele conduz-nos ao Egito, onde Jean François Champollion foi pioneiro na decodificação das mensagens hieroglíficas deixadas por uma antiga civilização. A “Pedra da Rosetta” da comunicação interestelar, argumenta ele, é a própria ciência. O maior radiotelescópio do mundo está permanentemente capaz de receber mensagens radio enviadas por civilizações estranhas de qualquer ponto da Via Láctea. Na nave espacial da imaginação do Dr. Sagan, este permite-nos uma rápida viagem através de um “Enciclopédia Galática”, até ao banco de dados de um mínimo de planetas de outras estrelas.
13º Capítulo: Quem Pode Salvar a Terra?
Este episódio é a histórica declaração televisiva que refere a necessidade urgente de uma perspectiva planetária para enfrentar a loucura da corrida aos armamentos nucleares. No passado, guerreamo-nos uns aos outros, raramente apreciando as semelhanças de todas as culturas e povos da Terra. Mas agora o mundo encontra-se no meio de uma devastadora revolução de nível mundial, conforme se vai encaminhando para uma única comunidade global. Ao mesmo tempo, as máquinas de destruição tornaram-se capazes de arrasar a nossa civilização, e talvez, até mesmo a nossa espécie. A promessa de uma grande civilização científica já foi uma vez destruída pela ignorância e pelo medo, quando no séc. V uma multidão de fanáticos destruiu por completo a grande Biblioteca de Alexandria. Voltamos, a seguir, à viagem de quinze bilhões de anos desde a explosão inicial até ao presente… Um planeta Terra infestado por sessenta mil armas nucleares. O Dr. Sagan argumenta que a nossa sobrevivência não se deve apenas a nós próprios, aos nossos antepassados, ou aos nossos descendentes, mas também a esse Cosmos, antigo e enorme, do qual despontamos.
Com nossos agradecimentos aos canais TVEscola0002, TVEscola0001, tvescola0003, TVEscola0004 e TVEscola2 do Youtube. :)
Christian Huygens (1629-1695), foi matemática, físico, astrônomo relojoeiro e escritor nascido durante a era intelectual na Holanda. Seu pai era poeta e diplomata e o introduziu ainda quando criança num mundo intelectual, onde conheceu pessoas influentes como René Descartes.
Trabalhos desenvolvidos
Na matemática foi desenvolvido a Teoria da Probabilidade que foi publicado em 1657 e foi um complemento do que fora desenvolvido por Pascal e Fermat.
Na mecânica em 1659reformulou a a segunda lei de Newton, mas de forma quadrática e aperfeiçoou a fórmula da força centrípeta:
Na Teoria das Ondas, em 1978 publicou sua teoria das ondas de luz no qual ele acreditava que a luz era uma espécie, mas Newton discordava e dizia que a luz era uma partícula. Hoje se sabe que a luz é onda e partícula ao mesmo tempo.
Na Óptica, inventou o relógio de pêndulo que foi patenteado em 1657 e ainda conseguir criar a fórmula para o período matemático do pêndulo:
Invenções
Além do relógio de pêndulo, desenvolveu um relógio de bolso, fracassou num projeto de um motor de combustão interna movido a pólvora e desenvolveu um tom de 31 num instrumento de teclado oitava. Publicou um livro sobre vida extraterrestre em 1695
Astronomia
Na astronomia, foi o primeiro a ver verdadeiramente os anéis de saturno em 1655, no qual o autor da descoberta fora Galileu Galilei mas não percebeu que se tratava anéis e achou que era um sistema de planetas triplos. Nesse mesmo ano descobriu o satélite Titã de Saturno. Ainda com seu telescópio descobriu a Nebulosa de Órion, observou algumas nebulosas e algumas estrelas duplas. E em 1661observou o trânsito de Mercúrio.
Principais Obras
- 1649 - De iis quae liquido supernatant (Não foi publicado)
- 1651 - Cyclometriae
- 1651 - Theoremata de quadratura hyperboles, ellipsis et circuli
- 1654 - De circuli magnitudine inventa
- 1656 - De Saturni Luna observatio nova
- 1656 - De motu corporum ex percussione
- 1657 - De ratiociniis in ludo aleae
- 1659 - Systema saturnium
- 1673 - Horologium oscillatorium sive de motu pendularium
- 1673 - De vi centrifuga
- 1684 - Astroscopia Compendiaria tubi optici molimine liberata
- 1685 - Memoriën aengaende het slijpen van glasen tot verrekijckers
- 1686 - Kort onderwijs aengaende het gebruijck der horologiën tot het vinden der lenghten van Oost en West
- 1690 - Traité de la lumière
- 1690 - Discours de la cause de la pesanteur
- 1691 - Lettre touchant le cycle harmonique
- 1698 - Cosmotheoros
- 1703 - Opuscula posthuma including
- De motu corporum ex percussione
- Descriptio automati planetarii
- 1724 - Novus cyclus harmonicus
- 1728 - Christiani Hugenii Zuilichemii, dum viveret Zelhemii toparchae, opuscula posthuma
| Obra Philosophiae Naturalis Principia Mathematica |
Contribuições:
Óptica: Como resultado de muito estudo, concluiu que qualquer telescópio "refrator" sofreria de uma aberração hoje denominada "aberração cromática", que consiste na dispersão da luz em diferentes cores ao atravessar uma lente. Para evitar esse problema, Newton construiu um "telescópio refletor" (conhecido como telescópio newtoniano).
| Telescópio newtoniano |
Lei da gravitação universal:Com uma lei formulada de maneira simples, Newton procurou explicar os fenômenos físicos mais importantes do universo. A lei da gravitação universal, proposta por Isaac Newton, tem a seguinte expressão matemática:
As três Leis de Newton:
1 - Todo corpo continua em seu estado de repouso ou de movimento uniforme em uma linha reta, a menos que seja forçado a mudar aquele estado por forças imprimidas sobre ele
2 - A mudança de movimento é proporcional à força motora imprimida, e é produzida na direção da linha reta na qual aquela força é imprimida.
3 - A toda ação há sempre oposta uma reação igual, ou, as ações mútuas de dois corpos um sobre o outro são sempre iguais e dirigidas a partes opostas.
| A primeira lei e a segunda lei de Newton, escritas em latim, na edição original, de 1687. |
Últimos dias de vida até a morte:
Newton, em seus últimos dias, passou por diversos problemas renais que culminaram com sua morte. No lado mais pessoal, muitos biógrafos afirmam que ele havia morrido virgem.
Nosso proximo genio será... Christian Huygens.
Postado por Ana Carolina.
Galileu Galilei nasceu na Itália em 15 de fevereiro de 1564 e morreu em 8 de janeiro de 1642. Seu pai o queria como médico e um de seus professores tentou estimulá-lo na carreira artística, mas o seu verdadeiro interesse estava nas ciências exatas. Como cientista, Galileu contribuiu bastante, principalmente por ser um dos que mais valorizou o método experimental, analisando e registrando tudo o que observava.
itos pensam, Galileu não foi o inventor da luneta (criada pelo holandês Hans Lippershey). Ele a aperfeiçoou e fez uso assíduo dela: daí a associação Galileu-luneta. Galileu foi um dos precursores no estudo do céu com o auxílio de instrumentos ópticos. Essa foi a sua grande sacada: apontar a luneta que conheceu recentemente para o céu.Galileu e a Igreja
2009 – Ano Internacional da Astronomia
Coleção Guia do Mochileiro das Galáxias
Nessa coleção ninguém esquece do Marvin, o robô com personalidade humana é maníaco depressivo e suas maiores tarefas mesmo tendo um cérebro do tamanho de um planeta é de levar os mochileiros até a ponte de comando!
Dinamite Pangaláctica, Companhia Cibernética de Sírius, 42, Terra.... Esse livro te prende do início ao fim com histórias engraçadas e personagens inesquecíveis! Tem um filme do primeiro livro, ele garante boas risadas...
DON'T PANIC!
Espetacular vídeo remixado feito para dois cientistas: Carl Sagan e Stephen Hawking. As imagens foram tiradas das espetaculares séries Cosmos de Sagan e da série Universo de Hawking
A ciência salvou a minha alma e a sua?
Não vou escrever muito sobre esse vídeo, então assistam ele.
Johannes Kepler(1571-1630), foi um brilhante astrônomo, astrólogo e matemático alemão. Ficou conhecido pela sua descoberta que ficou conhecido como Leis de Kepler, ou Leis do Movimento Planetário, trabalhou com Tycho Brahe e confirmou por meio de observações as observações de Galileu Galilei. No começo de ele estudava teologia mas se formou depois em astronomia.
Leis de Kepler
1° Os planetas descrevem órbitas elípticas, com o Sol num dos focos: Lei das Órbitas Elípticas.
2° O raio vetor que liga um planeta ao Sol descreve áreas iguais em tempos iguais:Lei das Áreas.
3° Os quadrados dos períodos de revolucão (T) são proporcionais aos cubos das distâncias médias (a) do Sol aos planetas. T2 = ka3, onde k é uma constante de proporcionalidade, ou seja quando mais perto do Sol mais rápido o corpo se move e mais longe do Sol mais devagar se move: Lei dos Tempos
Kepler defendia o modelo heliocêntrico e foi duramente criticado pelo igreja e por outros cientistas da mesma área. Kepler acreditava em Deus e para ele o Universo era perfeito como Deus.
Biografia:
Mysterium Cosmographicum (Mistérios do Universo)
Astronomiae pars Optica
De vero Anno, quo aeternus Dei Filius humanam naturam in Utero benedictae Virginis Mariae assumpsit
Epitome Astronomiae Copernicanae
Harmonices Mundi
Nosso próximo gênio será Galileu Galilei.

Bem pessoal depois de um tempo sem postar vo recomeçar! \o/
Estive trabalhando num projeto meus amigos e vamos lançar dia 1° de fevereiro o site Astronomia Brasil!
Nesse site eu estarei administrando a parte de documentários. Então estarei esperando voce lá dia 1° de fevereiro até lá!
Semana que vem vou postar novamente a série dos grandes gênios.
Grandes Gênios da Ciência: Nicolau Copérnico
Será essa a paisagem de um planeta semelhante a Terra?Desde o começo das descobertas de exoplanetas, planetas fora do nosso Sistema Solar, astrónomos se perguntam onde está um planeta semelhante ao nosso. Ainda não achamos um mundo igual ao nosso mas isso é questão de tempo.
Em 1989 foi detectado o primeiro planeta fora da Terra, mas um mundo parecido com Júpiter, ano após ano só foram detectados planetas do tipo Júpiter, mas com o aumento da tecnologia para a procura de exoplanetas apareceram os primeiros planetas que não eram gasosos e com isso deu novas esperanças aos astrónomos achar o irmão da Terra.
Deve haver incontáveis planetas rochosos pela nossa galáxia mas nem todos devem ser iguais a Terra, pode ter planetas tipo Marte que são frios e secos, planetas como Vênus, com temperaturas muito altas. Dentro dos planetas iguai a Terra pode haver os mundos com quase só oceanos e algumas ilhas ou planetas com pouca água e mega continentes, enfim a possibilidade são inúmeras.
Hoje o exoplaneta Gliese 581 d, que está situada a 20,5 anos-luz de distância na constelação de Libra, é considerado o planeta mais parecido com a Terra mesmo sendo uma Super Terra, Gliese 581 d está na zona habitável de sua estrela mãe que é uma anã vermelha, ou seja nesse planeta pode existir água em estado líquido e consequentemente tendo água ali haverá vida.
Comparação da zona habitável do nosso Sistema Solar com o Gliese 581.Grandes Gênios da Ciência: Aristarco de Samos
Aristarco de Samos
Todavia, a afirmação heliocêntrica não aparece neste trabalho. Na verdade, ela é conhecida através de uma referência feita por Arquimedes no seu Arenarius. A teoria heliocêntrica somente ganharia reconhecimento e validade mais de mil anos depois, com Copérnico.

Eratóstenes (do grego Ερατοσθένης) (285 - 194 a.C.) foi um matemático, bibliotecário e astrônomo grego. Nasceu em Cirene,Grécia, e morreu em Alexandria. Estudou em Cirene, em Atenas e em Alexandria . Os contemporâneos chamavam-no de "Beta" porque o consideravam o segundo melhor do mundo em vários aspectos. Mas como disse Carl Sagan, ele era Alpha em muitas coisas.
O sábio passou boa parte da vida em Alexandria. Em 255 a.C., criou a esfera armilar calculou com bastante precisão para a época a distância da Terra ao Sol. Em 236 a.C., foi escolhido como director da famosa Biblioteca de Alexandria. Acredita-se que Eratóstenes tenha ficado cego em 194 a.C. e, um ano depois, tenha morrido por inanição, propositadamente deixando de se alimentar.Consta que Eratóstenes tenha criado um catálogo com 675 estrelas fixas, mediu a inclinação da eclíptica e criou a esfera armilar. Ele era historiador, geógrafo, matemático, astrónomo, filósofo, poeta e crítico de teatro, tratou com igual profundidade todas as ciências do tempo, pois as obras tratam desde A Libertação da dor até a Astronomia.
Eratóstenes suspeitou que a Terra era esférica e, com auxílio da trigonometria, mediu com engenhosidade e relativa precisão o perímetro da circuferência máxima.
Num dos rolos de papiro da Biblioteca de Alexandria, encontrou a informação de que na cidade de Syene (hoje Assuã), ao meio-dia do solstício de verão (o dia mais longo do ano, 21 de junho, no Hemisfério Norte), o Sol se situava a prumo, pois iluminava as águas profundas de um poço, sem ocasionar uma sombra. Entretanto, o geômetra observou que, no mesmo horário e dia, as colunas verticais da cidade de Alexandria projetavam uma sombra diferente. Conforme concluiu, este fato só poderia ser possível se a Terra fosse esférica. Aguardou o dia 21 de junho do ano seguinte e determinou que se instalasse uma grande estaca em Alexandria. Ao meio-dia, enquanto o Sol iluminava as profundezas do poço em Syene (fazia ângulo de 90º com a superfície da Terra,uma sombra), Eratóstenes mediu, em Alexandria, o ângulo da sombra era de 7º12', ou seja, aproximadamente 1/50 dos 360º de uma circunferência. Portanto, o comprimento do meridiano terrestre deveria ser 50 vezes a distância entre Alexandria e Syene.
Para medir esta distancia, Eratóstenes organizou uma equipe de instrutores com os camelos e escravos a pé seguissem em linha reta, percorrendo desertos, aclives, declives e tendo que, inclusive, atravessar o rio Nilo. A distância mensurada foi de 5.000 estádios. Assim, multiplicando 5.000 estádios por 50, concluiu que o perímetro da circunferência máxima da Terra deveria ser de 250.000 estádios. Não se sabe ao certo a equivalência de estádio (usado por Eratóstenes) e metros, pois obras distintas relatam diferentes conversões, mas Gulbekian sugere que um estádio seria equivalente a 166,7 metros.Nosso próximo gênio será Aristarco de Samos.
Hipátia (ou Hipácia) de Alexandria (em grego: Υπατία), matemática e filósofa neoplatônica, nascida aproximadamente em 370 e assassinada em 415.
Criada em um ambiente de idéias e filosofia, tinha uma forte ligação com o pai (Theon, um renomado filósofo, astrônomo, matemático, autor de diversas obras e professor em Alexandria), que lhe transmitiu, além de conhecimentos, a forte paixão pela busca de respostas para o desconhecido. Diz-se que ela, sob tutela e orientação paternas, submetia-se a uma rigorosa disciplina física, para atingir o ideal helênico de ter a mente sã em um corpo são.
Estudou na Academia de Alexandria, onde devorava conhecimento: matemática, astronomia, filosofia, religião, poesia e artes. A oratória e a retórica também não foram descuidadas.
No tocante à religião, buscou e obteve informações sobre todos os principais sistemas religiosos da época tempo, tendo sempre o cuidado de não permitir que essas crenças limitassem ou deturpassem a busca de conhecimento.
A maioria de suas obras não chegou até nós, tendo sido destruída junto com a Biblioteca ou quando o templo de Serápis foi saqueado. O que sobrou provém, principalmente, de correspondências que ela trocava com outros professores e com os alunos. Um desses alunos foi o notável filósofo Sinésio de Cirene (370 - 413), que lhe escrevia freqüentemente, pedindo-lhe conselhos. Por meio destas cartas, sabemos que Hipátia inventou alguns instrumentos usados na Física e na Astronomia, tais como o astrolábio, o planisfério e um hidrômetro.
Sabemos também que desenvolveu estudos sobre a Álgebra de Diofanto ("Sobre o Cânon Astronômico de Diofanto"), tendo escrito um tratado sobre o assunto, além de comentários sobre os matemáticos clássicos, incluindo Ptolomeu. Em parceria com o pai, escreveu um tratado sobre Euclides.
Ficou famosa por ser uma grande solucionadora de problemas. Matemáticos confusos, com algum problema em especial, escreviam-lhe pedindo uma solução. E ela raramente os desapontava. Obcecada pelo processo de demonstração lógica, quando lhe perguntavam porque jamais se casara, respondia que já era casada com a verdade.
Por ensinar que o Universo era regido por leis matemáticas, Hipátia foi considerada herética, passando a ser vigiada pelos chefes cristãos. Por algum tempo, a admiração do prefeito romano Orestes (que fora aluno) a protegeu. Mas quando, em 412, Cirilo tornou-se Patriarca de Alexandria, sua sorte foi selada.
Numa tarde de março de 415, quando regressava do Museu, Hipátia foi atacada em plena rua por uma turba de cristãos enfurecidos. Ela foi golpeada, desnudada e arrastada pelas ruas da cidade até uma igreja. No interior do templo, foi cruelmente torturada até a morte, tendo o corpo dilacerado por conchas de ostras (ou cacos de cerâmica, segundo outra versão). Depois de morta, o corpo foi lançado a uma fogueira.
No século VII, o bispo João, de Nikiu, nos escritos, justificou o massacre de judeus e o assassinato de Hipátia, ocorridos naquele ano, alegando tratar-se de medidas necessárias para a sobrevivência e o fortalecimento da Igreja. É por meio destes escritos que conhecemos os detalhes da morte daquela que viria a ser chamada de Mártir do Paganismo.A morte trágica de Hipátia foi determinante para o fim da gloriosa fase da matemática alexandrina, de toda matemática grega e da matemática na Europa Ocidental. Após seu desaparecimento, nada mais seria produzido por um período mil anos e, por cerca de doze séculos, nenhum nome de mulher matemática foi registrado.
Dentre suas obras, é obrigatório citar:
- Comentário à Aritmética de Diofanto.
- Sobre as cônicas de Apolônio de Perga.
- Corpus Astronômico.
- A invenção do Densímetro, aparelho que mede a massa específica de um líquido.
- A invenção do Astrolábio, aparelho usado para localizar astros no céu.
Nosso próximo gênio é Eratóstenes.

Ptolomeu (gravura do século XVI).
Claudius Ptolemaeus (Ptolomeu), nascido em 90 D.C. e morto em 168 D.C., foi um cientista grego que era reconhecido pelos seus feitos na astrologia, astronomia, matemática, cartografia e geografia. Tinha também alguns trabalhos na óptica e na teoria musical.
Apesar de seus feitos ele tinha um defeito: Ele defendeu o mundo geocêntrico( a Terra no centro do Universo), e esse modelo permaneceu como sendo verdadeiro por 1500 anos! Ptolomeu sabia sobre a precessão dos equinócios (mudança do eixo terrestre a cada 23 mil anos).
Ptolomeu também desenvolveu trabalhos matemáticos e foi um notável geômetra. Os cronistas antigos mencionam várias obras de sua autoria, infelizmente desaparecidas. Por exemplo, Sobre a dimensão, na qual ele procura provar que só pode haver espaço tridimensional, ou Analemma, em que discute detalhes da projeção ortogonal dos pontos da esfera celeste sobre três planos e propõe nova demonstração para o postulado das paralelas de Euclides. Na área da física, temos duas de suas obras: Óptica, em que ele trata da refração, e Harmonias, na qual se refere à acústica e à teoria matemática dos sons empregados na música grega.
Foi considerado um dos últimos grandes cientistas gregos.
A próxima será a cientista Hipátia.
A partir de hoje vamos escrever uma série das maiores mentes da nossa civilização, desde da Biblioteca de Alexandria á época dos foguetes!
Pálido Ponto Azul
A Terra é um minúsculo ponto, distante 6.4 bilhões de quilómetros, no meio de um raio solar, circulado em azul.
"A espaçonave estava bem longe de casa. Eu pensei que seria uma boa idéia, logo depois de Saturno, dar uma ultima olhada em direção de casa. De Saturno, a Terra apareceria muito pequena para a Voyager apanhar qualquer detalhe, nosso planeta seria apenas um ponto de luz, um "pixel" solitário, dificilmente distinguível de muitos outros pontos de luz que a Voyager avistaria: Planetas vizinhos, sóis distantes. Mas justamente por causa dessa imprecisão de nosso mundo assim revelado valeria a pena ter tal fotografia.









